Wednesday, May 27, 2020

Como construir vigas ou colunas – Passo a passo

Você sabe como construir vigas ou colunas? Esta é uma das dúvidas mais comuns entre todas aquelas pessoas que estão iniciando sua jornada em canteiros de obras. Além disso, entender como construir vigas ou colunas pode ser parte fundamental para estudos ou mesmo interpretações de plantas de casa.

Por isso, no texto de hoje, vamos entender mais sobre o tema, de forma objetiva e simplificada, sem entrar em muitos critérios físicos ou matemáticos. Afinal, cada obra é única e vai requerer um estudo também único para que a construção, enfim, saia do papel. Vamos lá?

como construir vigas ou colunas

Como construir vigas ou colunas – Passo a passo

Para aprender como construir vigas ou colunas, você precisa entender o projeto como um todo. É a partir do projeto que você saberá exatamente o que fazer, quais medidas usar, qual tipo de cimento comprar e, de fato, como fazer tudo acontecer.

Porém, há também um passo a passo objetivo dos itens que são considerados essenciais para toda e qualquer viga ou coluna. Podemos dizer que a “coluna cervical” deste tipo de estrutura é todo o preparo antes de receber o concreto. Vamos ao passo a passo.

Entendendo o que é uma viga e uma coluna

Você sabe qual a diferença entre uma viga e uma coluna? Por mais que o processo de estruturação e “produção” delas sejam muito parecidos, é importantíssimos saber diferenciá-las. Então, uma viga é horizontal. É usada em lajes e pisos superiores. Já a coluna é semelhante a coluna humana (até por isso, o nome): ela é usada de forma vertical, para dar sustentação para as paredes e demais etapas da obra!

Para fazê-las, siga o seguinte passo a passo:

1- Tire as medidas e interprete a planta

Antes de mais nada, você precisa medir as vigas e colunas de acordo com a planta da casa em si. É preciso tirar da planta, todas as informações. Você não pode fazer uma viga ou coluna na base do “achismo”, colocando-as em qualquer lugar.

2- Construa as paredes considerando o espaço para as colunas

O segundo passo, é construir as paredes considerando o espaço para as colunas. Então, faça uma parede dividida em etapas, intercalando com colunas. Isto ajudará a criar consistência e rigidez na parede. A quantidade de colunas por parede dependerá do tamanho da parede em si. Quanto maior, mais colunas.

Você também pode fazer as colunas antes mesmo de construir a parede com tijolos. Neste caso, você precisará fazer as etapas do passo a passo abaixo, antes de começar o assentamento dos tijolos. Acompanhe.

3- Faça as caixarias de todas as colunas e vigas

Fazer as caixarias das vigas e colunas é fundamental. É dentro das caixarias que o concreto será armazenado. Estas caixarias podem ser feitas de madeira, com ajuda de sarrafos, pregos e arames. É importante fazer com que o cimento concentre-se dentro das caixarias sem abri-las. Então, faça-as reforçadas.

4- A ferragem é um ponto fundamental

Todas colunas e vigas são repletas de ferragens para construção. E este é um ponto fundamental, pois é nos ferros que o concreto será “abraçado”, e isto criará rigidez em paredes e lajes. Então, faça a ferragem de acordo com a planta, amarre os ferros corretamente e coloque-os dentro das caixarias.

5- Faça a concretagem

Por fim, a concretagem. Esta é a parte mais esperada de todo o processo e talvez a mais “rápida”. Afinal, basta encher as caixarias de concreto, de forma que ele fique linearmente espalhado. É importante garantir que a caixaria seja 100% preenchida com concreto, sem nenhum tipo de “vazado”, ok?

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Porta lambril: Como é? Modelos e dicas

A porta lambril é uma verdadeira tendência na decoração dos mais diversos ambientes. Trata-se de uma opção muito utilizada na porta de entrada, tendo em vista o seu acabamento mais elegante e diferenciado. De todo modo, o mercado decorativo apresenta muitos estilos diferentes desse mesmo modelo, e é sobre isso que falaremos no artigo de hoje. Acompanhe e fique por dentro.

porta lambril

O que é porta lambril?

Antes de qualquer coisa, vamos entender o que é porta lambril e o que a difere de outras possibilidades costumeiramente utilizadas. Em linhas gerais, esta porta nada mais é do que uma opção feita a partir de faixas, que são os lambris, sendo estas faixas verticais ou horizontais.

As mesmas ficam levemente inclinadas, e podem ser feitas a partir de diversos tipos de materiais diferentes.

Quais os tipos de porta lambril?

Existem diversos tipos de porta de lambril que podem ser utilizadas na sua casa para deixá-la mais bonita e atraente. Dentre elas, listamos algumas possibilidades abaixo para você se inspirar. Acompanhe e saiba mais.

1- Alumínio

A porta de alumínio é muito utilizada em ambientes mais funcionais, como lavanderias, por exemplo. Elas trazem um acabamento mais sóbrio e sério para a decoração, além de facilitarem a higienização do espaço. Afinal, basta passar um pano seco que a mesma já ficará bem limpa.

porta lambril

2- Madeira

Em contrapartida, as opções com madeira apresentam um acabamento um pouco mais sofisticado. Costumam ser utilizadas na entrada de casa, por conta do seu efeito decorativo.

Além disso, a madeira é capaz de deixar o ambiente mais aconchegante e com uma melhor acústica, tendo em vista o equilíbrio que apenas a madeira é capaz de desencadear em qualquer ambiente.

Entretanto, por conta de todas as suas vantagens, este costuma ser um dos modelos de porta lambril mais caro do mercado.

3- PVC

As portas de PVC também são comumente utilizadas em espaços mais funcionais como garagens e lavanderias. De todo modo, quando o ambiente necessita de algo mais econômico (como no caso de pousadas), pode-se utilizar este modelo para outras finalidades.

Costuma ser mais econômico, além de promover uma fácil portabilidade, uma vez que é mais leve. A limpeza também é facilitada. Porém, não há nenhum tipo de isolamento acústico ou térmico com este modelo e, por conta disso, talvez não seja a alternativa mais adequada para quartos, por exemplo.

4- Com vidro

As opções com vidro são mais sofisticadas e desempenham um papel importante no ambiente. Isso porque a porta de lambril com vidro é capaz de:

Dessa maneira, além de ser uma alternativa bonita, ainda cria outros benefícios para o espaço em que é instalada.

porta lambril

5- De correr

A porta de correr também pode contar com o acabamento em lambris para criar um efeito diferenciado na decoração como um todo. De todo modo, ela ainda traz o benefício de economizar espaço. Assim, se o quarto, escritório ou ambiente em questão for muito pequeno, a porta de correr pode ser a mais adequada.

Lembre-se apenas de considerar o trilho e o posicionamento da mesma. Para que assim a instalação seja a mais interessante possível.

porta lambril

6- Colorida

Se você gosta de uma decoração um pouco mais tumblr, por exemplo, você pode apostar nas possibilidades coloridas. A porta lambril colorida cai muito bem em quartos infantis ou em escritórios home office que contem com um acabamento mais descontraído e bonito.

porta lambril

7- Pivotante

As portas pivotantes são costumeiramente utilizadas na entrada das casas. Isso porque as fachadas decoradas ficam ainda mais lindas com este modelo de porta maior. Assim você cria uma amplitude e traz um toque de decoração contemporânea e muito moderna para a sua casa.

O ponto que podemos perceber como negativo é com relação à instalação desse tipo de porta. Primeiro porque tende a ser mais cara a mão de obra, além da porta em si. Segundo porque você terá que “quebrar” um bom pedaço da sua parede para que ela caiba corretamente onde você quer instalá-la.

8- Com duas folhas

Para quem quer uma maior circulação de ar no ambiente e, com esse tipo de medida, diminuir a umidade, por exemplo, pode apostar na porta lambril com duas folhas. Elas tendem a ser maiores e permitem uma maior entrada de ar. Com isso criam um acabamento aconchegante, confortável, bonito e muito interessante.

Em contrapartida, é necessário um espaço mais amplo para este tipo de instalação. Caso contrário, será preciso adaptar o ambiente para essa necessidade.

porta lambril

9- Com painéis de madeira

Por fim, você pode ainda apostar na possibilidade que é feita em conjunto com painéis de madeira. Eles compõem o acabamento da sua porta lambril, deixando tudo ainda mais bonito e estiloso. Entretanto, você precisará de um investimento maior, tendo em vista o custo da madeira.

Além disso, será necessário um espaço maior para que seja aplicado o painel, especialmente se o mesmo for colocado na entrada. Afinal, ele precisará fazer parte da decoração da fachada da casa.

Como escolher o melhor modelo?

Agora que você já entendeu o que é este modelo de porta e já conheceu diversos tipos diferentes, é hora de aprender a escolher o melhor tipo para a sua casa. Assim, você pode se basear nos seguintes pontos:

  • Investimento: Primeiro você precisa estipular, obviamente, quanto deseja investir na instalação de uma nova porta para a sua casa. Assim você já pode descartar os modelos que ficam acima do que você espera.
  • Tamanho adequado: Depois de decidir quanto você quer gastar, é preciso escolher o tamanho adequado que você pode adquirir. Para isso, considere o espaço disponível e o quanto você está disposto a investir em uma reforma na sua casa que adapte o ambiente, caso necessário.
  • Necessidade de ampliar ambiente: Se você precisa ampliar o ambiente, ou pelo menos tornar o mesmo “menos apertado”, você deve considerar a possibilidade de vidro ou de correr, por exemplo. Lembre-se sempre da funcionalidade proposta pelo tipo que você quer instalar na sua casa.
  • Decoração: Por fim, considere o estilo de decoração que você já tem na sua casa. Tendo em vista que há a necessidade de criar um complemento, uma harmonia com a escolha da porta. Afinal, não dá pra escolher uma porta de PVC para uma decoração provençal, por exemplo, não é mesmo?

Ao seguir todas as dicas, certamente você terá um resultado incrível na sua casa.

 

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Tuesday, May 26, 2020

Aluguel de Equipamentos Para Construção Civil Vale a Pena?

O aluguel de equipamentos para construção civil vale a pena? Será que esta possibilidade é a mais adequada para as suas necessidades? Bem, é preciso pensar a fundo sobre este assunto. Assim, precisa-se considerar pontos importantes para tomar a melhor decisão possível. Neste artigo lhe apresentaremos tudo que você precisa saber sobre o assunto. Acompanhe.

aluguel de equipamentos para construção civil vale a pena

Aluguel de equipamentos para construção civil vale a pena?

Em linhas gerais, podemos dizer que sim, o aluguel de equipamentos para construção civil vale a pena sim. Porém, antes de sair por aí investindo nisso, é interessante que você entenda como funciona o processo e porque ele pode ser uma boa opção. Para isso, abaixo vamos lhe apresentar todas as vantagens deste tipo de serviço.

Lembre-se que cada caso é um caso, e você deverá considerar os pontos abaixo para entender se, no seu caso, é desse modo que realmente funciona. Atente-se e entenda.

Quais os benefícios de alugar?

Existem 5 benefícios mais marcantes que aparecem na hora de alugar equipamentos de construção civil. São eles:

1- Elimina gastos com manutenção

Você não terá que se preocupar com a manutenção dos equipamentos e maquinários utilizados em sua obra. Isso porque você terá, à sua disposição, a equipe de atendimento da empresa locadora. Assim, você apenas contará com materiais de qualidade e eficientes para trabalhar.

2- Diminui problemas logísticos

Uma coisa é certa: a logística para manter todas as ferramentas de uma construção civil organizadas é difícil. Conseguir armazenar tudo adequadamente, garantindo higienização e proteção dos materiais requer muitos cuidados. Dessa maneira, quando você aluga o equipamento, este tipo de cuidado não será sua responsabilidade.

Mas sim, a empresa que terá que transportar, cuidar, reparar danos, etc.

3- Melhor produtividade

Com os cuidados anteriores postos nas mãos da empresa que aluga os equipamentos, automaticamente você acaba tendo muito mais tempo para se dedicar a outros cuidados da obra. E com isso a produtividade da mão de obra e os resultados são muito mais acelerados e interessantes.

Site engineer on a construction site

4- Redução de custos

As reduções de custos aparecem de diversas maneiras distintas quando você pensa em alugar os equipamentos que serão utilizados na obra. Isso porque você não terá que arcar com:

  • Custos de armazenamento: Tendo em vista que não precisará de galpões e espaços para guardar os grandes equipamentos.
  • Custo de transporte: A empresa que aluga é responsável por transportar os materiais que a mesma oferece para você.
  • Custo de compra: Alugar é sempre muito mais econômico do que comprar o equipamento. Com o preço de uma máquina, se aluga várias, por um bom tempo, otimizando o caixa da empresa (principalmente se você estiver começando).
  • Custo de manutenção: Como mencionamos acima, não é você quem arca com o valor de manutenção, e assim, fica livre deste incômodo.

Leia também: Como fazer viga em balanço? Veja aqui

5- Solução de problemas

Outro ponto muito interessante que faz com que o aluguel de equipamentos para construção civil vale a pena é justamente a solução de problemas. Se algo não estiver dentro dos conformes, basta acionar a empresa responsável pelos equipamentos e pronto, você já será atendido e tudo será encaminhado da melhor forma possível.

Assim você otimiza tempo, dinheiro e esforços. Interessante, não?

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Como preparar o ambiente para instalar ar condicionado

Você sabia que é preciso entender como preparar o ambiente para instalar ar condicionado antes de simplesmente apostar neste tipo de aparelho? Pois é! Isso porque este tipo de equipamento precisa de condições precisas para que seu desempenho seja o melhor possível, além de promover a economia na conta de luz.

Afinal, não é simplesmente instalar e pronto. É preciso deixar tudo dentro dos conformes. Abaixo lhe explicaremos todos os detalhes.

como preparar o ambiente para instalar ar condicionado

Como preparar o ambiente para instalar ar condicionado

Vamos lhe dar todos os detalhes de como preparar o ambiente para instalar ar condicionado e assim criar cômodos confortáveis e fresquinhos para toda a sua família.

1- Entenda as partes do ar condicionado e escolha o melhor local

É muito importante que antes de qualquer coisa você entenda quais são todas as partes de um ar condicionado. E, primordialmente, isso considera o equipamento que ficará do lado de dentro da casa, e o que estará do lado de fora.

É preciso encontrar um local em que a distância entre um e outro não seja tão grande, tendo em vista que quanto mais longe, mais materiais de construção e ligação serão necessários. E assim, mais cara será a instalação, consequentemente.

Para que você possa compreender melhor a escolha do local, atente-se para todos os materiais que serão necessários na instalação:

  • Tubos de alumínio ou cobre com bitolas e espessuras que sejam adequadas à carga térmica que você escolherá. Ou seja, a tubulação (também chamada de frigorífica) precisa estar dentro do padrão adequado para a potência do seu ar condicionado.
  • Tubulação com a fiação elétrica, apresentando os cabos dimensionados de acordo com a carga do condicionador, além do uso de um disjuntor exclusivo para o aparelho.
  • Tubos de PVC que serão utilizados para a drenagem da água que o aparelho gera, ligando-o à rede pluvial da casa.

como preparar o ambiente para instalar ar condicionado

2- Faça a tubulação “escondida”

Se você estiver construindo a sua casa, experimente fazer a tubulação do ar condicionado “escondida”. Assim você não terá que se preocupar com a mesma exposta ou com perfurações na parede para propor a instalação do aparelho.

Mas sim, poderá incluir os canos já neste momento, e assim deixará tudo mais organizado e discreto. Para isso, no momento em que for feita a instalação hidráulica da sua casa, poderá escolher onde ficará o seu ar condicionado e assim preparar o encanamento do mesmo.

Entretanto, você poderá ainda investir em cálculos mais precisos para escolher os melhores espaços em todos os ambientes da sua casa. Deixe todos adaptados para receber o ar condicionado e, assim que necessária, faça a instalação discreta e adequada no ambiente.

3- Calculando a capacidade do seu ar condicionado

Feita as apropriações anteriores, é preciso que você comece a pensar na capacidade do ar condicionado que você irá escolher para a sua casa. Afinal, ele precisa estar dentro dos parâmetros adequados para ter um bom funcionamento e assim, inclusive, economizar energia.

 

 Área Se bate sol só de manhã -Quantidade de BTUs Se bate sol à tarde ou o dia todo – Quantidade de BTUs
9 m² 7500 9000
12 m² 9000 10000
20 m² 10000 12000
25 m² 12000 15000
30 m² 15000 18000
40 m² 18000 21000
50 m² 21000 30000
60 m² 22000 30000

4- Local de instalação

Quando você decidir o local de instalação do seu ar condicionado, é imprescindível que você também se atente para alguns cuidados estratégicos. Por exemplo, procure não posicionar a saída de ar em uma direção na qual haja um contato direto e intenso com a luz do sol. Visto que este tipo de posicionamento pode ser prejudicial para o equipamento.

Além disso, não coloque o seu ar condicionado sobre materiais elétricos, como televisores, computadores e afins. Isso porque caso haja qualquer problema na evacuação de água, pode ser que a mesma venha para o lado de dentro e escorra sobre os equipamentos elétricos. E é claro que queremos evitar um curto circuito, não é mesmo?

Por isso, atente-se sempre para cada detalhe importante da área na qual você estará implantando o seu ar condicionado. Ele precisa estar estrategicamente posicionado para funcionar mais efetivamente, sem riscos para demais aparelhos e pessoas que circulam por ali.

5- Fiação exclusiva

Outro cuidado muito importante que você precisa ter é com relação à fiação elétrica do seu ar condicionado. Para saber como preparar o ambiente para instalar o ar condicionado você deve, de fato, atentar-se para a carga de energia que será necessária para ele.

Por conta disso, é altamente recomendado que haja uma fiação exclusiva para o aparelho. Assim ele terá o seu próprio disjuntor e diminuirá as chances de acontecerem acidentes e quedas de energia por conta da sobrecarga, por exemplo.

Portanto, procure sempre fazer este tipo de acabamento para gerar algo mais seguro, forte e menos propenso à quedas de energia.

6- Atente-se para a qualidade da marca

Depois que todos os pontos forem postos em prática, é hora de começar a pensar na qualidade da marca do aparelho. Sim, pois não dá para simplesmente cuidar de todos os detalhes anteriores e apenas deixar este importante item de lado, não é mesmo?

Pois de nada adianta você simplesmente preparar o ambiente mas não escolher uma opção que seja adequada de equipamento. Para tanto, pesquise sempre por resenhas e informações sobre as marcas. Além disso, converse com pessoas conhecidas e até mesmo profissionais.

Quem já tem certa experiência com o equipamento sabe quais são as melhores marcas do mercado para tal finalidade. Considere, portanto, o conhecimento dessas pessoas.

7- Contrate uma empresa especializada

Por fim, tenha o cuidado de contratar uma empresa que seja especializada no ramo. Afinal, neste caso, o barato pode acabar saindo caro, não é mesmo? Portanto, escolha uma empresa que seja qualificada e reconhecida no mercado, para assim ela ser responsável por sua instalação.

Se você considerar todos estes passos de como preparar o ambiente para instalar ar condicionado, certamente você terá ótimos resultados. Aposte nessas ideias e cria ambientes confortáveis e aconchegantes com aparelhos potentes e bem selecionados.

Para ler mais tarde: Como ligar interruptor duplo – Passo a passo

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Saiba como organizar temperos e condimentos na cozinha

temperos
Cada tempero tem sua forma de armazenamento (Foto: Shutterstock)

Organizar temperos em locais específicos, além de facilitar o uso no dia-a-dia, prolonga o sabor dos condimentos. Eles também não devem permanecer em saquinhos depois de abertos devido à má vedação do material. Mas é necessário conhecer o tipo de condimento que está sendo armazenado e o local correto desse armazenamento.

+ Como fazer uma horta de temperos na cozinha? Veja dicas

+ Saiba como deixar sua cozinha pronta para receber as visitas

“A regra geral para condimentos e especiarias secas é que sejam colocados em local seco e escuro, longe da umidade e do calor. Deve-se evitar o armazenamento próximo do fogão, pois o calor altera a qualidade dos produtos. A geladeira também não é o local mais indicado devido à refrigeração. Escolha sempre potes fechados ou gavetas escuras”, ensina a arquiteta e proprietária da loja S.C.A., Karina Salomão.

pacote de tempero
Alguns temperos precisam ficar em local seco (Foto: Shutterstock)

Cuidados com temperos

É comum que as pessoas tirem os temperos dos saquinhos e guardem em outros recipientes sem checar a validade. A troca de recipiente traduz uma preocupação com a ambientação dos espaços, mas o correto é identificar qual é qual e colocar a data de validade que constava na embalagem original. Você pode fazer isso colando adesivos nas tampas ou ainda escrevendo a data no potinho escolhido. Caso a informação for perdida, entre em contato com o fabricante ou pesquise o tempo médio de duração de cada especiaria e tempero.

É comum, também, que algumas ervas ou especiarias tenham odores mais marcantes e que impregnam o recipiente. O aconselhável, mesmo depois da lavagem, é que se utilize o mesmo vasilhame para o tempero. Dessa forma, nenhum pega o aroma ou gosto do ‘vizinho’. Outra dica valiosa é dar preferência aos potes de vidro, com tampas com vedações eficientes. Elas conservam melhor o produto.

Quase todos os temperos precisam ficar em local fresco e sem o contato com a luz do sol. Há exceções, como a páprica e alguns tipos de sementes e pimentas que necessitam de refrigeração. “De modo geral, os condimentos secos necessitam de conversação longe do calor, em local fresco e sem umidade para não ter suas características comprometidas”, relembra Karina.

Use o mesmo vasilhame para temperos com odor forte (Foto: Shutterstock)
Use o mesmo vasilhame para temperos com odor forte (Foto: Shutterstock)

Conheças as ervas e especiarias mais usadas pelos brasileiros na cozinha:

Alecrim – Utilizado para porcos, carnes e frangos assados. Vai bem ainda com carne de caça.

Coentro – Tempero do tipo que uns amam e outros detestam. Está presente em muitos pratos africanos e nordestinos

Hortelã – É utilizada fresca. Dá um gosto especial às carnes. Serve de coadjuvante em molhos e iogurtes.

Louro – Um dos temperos mais usados na gastronomia brasileira, pois dá um gosto todo especial ao feijão de cada dia. Apesar do sabor e aroma, a folha de louro não se come.

Manjericão – Utilizado sempre fresco. Está presente em quase todo prato italiano. O que seriam das pizzas, pastas e molhos sem ele?

Tempero fresco não pode faltar na cozinha (Foto: Shutterstock)
Tempero fresco não pode faltar na cozinha (Foto: Shutterstock)

Orégano – É o tempero que dá aquele gostinho característico nas pizzas, e é mais usado na forma seca.

Tomilho – Tem um sabor marcante, assim como o louro. Carnes e aves, marinadas ou grelhados vão bem com ele.

Canela – É mais usada em doces no Brasil, mas também servem para temperar carnes.

Curry – A mistura de coentro, cominho, feno-grego, alho, gengibre, canela, cravo, cúrcuma, cardamomo, pimenta-do-reino e pimenta vermelha pode ser utilizada no cozimento de frangos, peixes e frutos do mar.

Páprica – Há a versão doce e picante, as duas feitas com pimentas vermelhas, originárias da Hungria. Vai bem em ensopados.

Pimenta-do-reino – Usada em uma infinidade de preparações, pode ser branca ou preta. São usadas das formas moída ou em grão.

pimenta-do-reino
Pimenta-do-reino (Foto: Shutterstock)

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Monday, May 25, 2020

Tudo o que você precisa saber sobre fios e cabos elétricos

Você sabe como escolher o cabo elétrico correto para a sua casa? Parece algo simples, mas requer alguns cuidados.

A escolha do fio a ser utilizado é muitas vezes negligenciada em uma obra. Contudo, é importante lembrar que a escolha de um cabo ou fio incorreto, pode levar a problemas nos equipamentos elétricos ligados nele, além de gerar risco de incêndio.  A seguir vamos falar um pouco sobre os cabos e fios elétricos.

Vocês sabem a diferença de cabo e de fio?

Ambos são utilizados para transmissão de energia elétrica e são fabricados normalmente de cobre.  Os fios são formados por um único filamento e são, por esta razão, mais rígidos que os cabos. Normalmente os fios de cobre são utilizados somente em locais em que são precisam ser dobrados ou movimentados. Já os cabos de cobre são compostos de múltiplos filamentos entrelaçados, o que os deixa muito mais maleável. Atualmente os fios rígidos de cobre vêm sendo cada vez menos utilizados em situações cotidianas. Em um apartamento, por exemplo, o uso de fio rígido só é comum até o quadro elétrico, principalmente pelo fato que é mais fácil passar o cabo rígido pelos dutos do que o cabo flexível. Entretanto, do quadro até as tomadas normalmente se empregam cabos flexíveis.

Diferença entre cabo e fio

Adaptado de Mundo da Elétrica

E vocês sabem a razão de se utilizar cabos mais grossos em certas situações??

Vamos imaginar os cabos como sendo uma tubulação de água. Não se consegue passar uma mesma vazão de água por um tubo de 25mm e por um tubo de 100mm, correto? Caso se tente passar uma vazão muita alta no tubo de 25mm, a água irá vazar ou se gerará uma pressão muito alta no tubo, podendo trinca-lo.

O mesmo ocorre com a fiação elétrica, mas ao invés de água, estamos passando corrente elétrica.  Caso se tente passar uma corrente elétrica maior do que o cabo suporta, haverá perda de energia e aquecimento, o que pode ser perigoso. É por esta razão, por exemplo, que o fio do chuveiro elétrico é mais grosso que o fio que se utiliza para a ligação de luminárias.

Mas então como é feita a escolha da bitola do cabo?

A corrente elétrica é a razão (divisão) entre a potência e a voltagem, ou seja, em um chuveiro elétrico com uma potência de 6800W em 220V, teríamos então uma corrente de 6800/220=30,9A.

Já em uma lâmpada de 65W ligadas em 220V, teríamos somente 0,3A. 

Tabela extraída da norma NBR5410

Analisando a tabela acima, percebe-se que o cabo do chuveiro, para este exemplo, precisaria ser de no mínimo de 6mm². Já o cabo para a lâmpada poderia ser bem mais fino.

Entretanto, é importante lembrar deve-se sempre levar em conta toda a corrente que o cabo vai receber. Ao contrário do chuveiro elétrico, onde o cabo e o disjuntor costumam ser dedicados, saindo do quadro especialmente para ele, o mesmo não ocorre com fiação elétrica de um quarto, por exemplo. Normalmente se utiliza somente um disjuntor para um ou mais cômodos, de forma que somente um fio sai do quadro e alimenta diversas lâmpadas, ou mesmo eletrônicos. Toda esta corrente deve ser somada para determinar a bitola do fio.

Outro ponto importante é a escolha correta do disjuntor. O disjuntor está ali para proteção. Não se deve utilizar um disjuntor muito maior que o necessário. No caso do chuveiro, com uma corrente de 30,8A, não se deve utilizar ali um disjuntor de 50A, por exemplo. Um disjuntor de 32A, já atenderia satisfatoriamente a demanda. Se um disjuntor está caindo com frequência, é importante entender o motivo. Não se pode simplesmente trocar o disjuntor por um maior. O disjuntor é a sua segurança.

A conta demonstrada acima é meramente demonstrativa. Recomendamos que jamais faça uma instalação elétrica sem um projeto específico elaborado por um profissional habilitado. Além disso, os fios, cabos e disjuntores a serem comprados e instalados devem sempre seguir rigorosamente o especificado neste projeto. Jamais faça qualquer troca sem falar com o projetista. Isso também é para sua SEGURANÇA.  Lembrem-se que corrente elétrica é algo perigoso. Sempre contrate profissionais capacitados e utilize EPIs.

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Afinal, o que faz um engenheiro florestal?

Escolher uma profissão não é uma tarefa fácil, não é mesmo? Afinal, são muitas possibilidades de carreira e tantas áreas de conhecimento que essa decisão pode parecer um desafio quase impossível!

Por isso, antes de preencher a sua inscrição para o vestibular, é importante refletir sobre os seus objetivos — pessoais e profissionais — e avaliar as suas habilidades para buscar um curso que equilibre esses pontos e ofereça boas possibilidades de sucesso no futuro.

Nesse aspecto, vale a pena destacar a profissão de engenheiro florestal como uma opção interessante, pois ela vem ganhando cada vez mais espaço e notoriedade no mercado atual e pode ser uma boa escolha para você também. Quer saber mais sobre o assunto? Então, continue a leitura deste post!

O que é a Engenharia Florestal?

De modo geral, podemos classificar a Engenharia Florestal como uma área de estudo das Ciências Exatas, voltada especificamente para o uso sustentável dos recursos naturais e para a produção e comercialização de produtos florestais, sempre levando em consideração o respeito e o cuidado com o meio ambiente.

Com a necessidade crescente de equilibrar o progresso e a preservação dos recursos naturais do planeta, a carreira vem ganhando cada vez mais importância tanto nos setores acadêmico e de pesquisa quanto no empresarial. Neste último, o profissional fica responsável por avaliar o potencial dos diversos ecossistemas e planejar o crescimento dos negócios sem descuidar da flora e da fauna locais.

Quais conteúdos são aprendidos na graduação em Engenharia Florestal?

Ao escolher esse segmento específico da engenharia para a sua formação, é importante saber que você encontrará pelo caminho muita física, química e matemática ao longo dos 10 semestres de curso, além de diversas disciplinas ligadas às Ciências Biológicas.

Para que você possa ter uma visão geral, listaremos algumas das principais matérias que compõem a grade curricular do curso de Engenharia Florestal. Veja logo abaixo:

  • anatomia, fisiologia e taxonomia vegetal;

  • entomologia;

  • estudo dos solos e das bacias hidrográficas;

  • hidrologia;

  • ecologia;

  • zoologia.

Você também terá disciplinas ligadas ao campo do Direito para compreender a legislação que rege questões ambientais, florestais e agrárias, além de conferir conteúdos relacionados ao uso racional dos recursos da floresta, como gestão de unidades de conservação, impactos ambientais, manejo de fauna ou colheita e transporte de espécies.

Além das aulas em sala, quem deseja ser engenheiro florestal terá a oportunidade de participar de atividades práticas em laboratório e em campo e, ao final da graduação, deverá realizar um estágio curricular obrigatório e um trabalho de conclusão de curso (TCC) para obter o seu diploma como engenheiro florestal.

É importante observar também que, dependendo da instituição de ensino, os nomes de algumas disciplinas podem ser diferentes — ainda que o conteúdo seja o mesmo. Algumas faculdades também podem oferecer matérias na modalidade de educação a distância (EAD). Por isso, antes de fazer a sua escolha, procure sempre estudar a grade curricular!

Qual é o perfil do estudante de Engenharia Florestal?

Conforme apontamos no tópico anterior, o curso conta, principalmente, com matérias ligadas às áreas das Ciências Exatas e Biológicas. Portanto, além da paixão pela natureza, ter familiaridade com fórmulas e cálculos é primordial para que você garanta um bom rendimento no curso e no dia a dia profissional.

Visão empreendedora, habilidades de liderança e pensamento estratégico também são muito importantes para que você possa estar à frente dos mais diversos projetos e consiga superar com sucesso os desafios cotidianos da carreira de engenheiro florestal.

É fundamental que o estudante desenvolva a capacidade de comunicação, logo no começo da faculdade de Engenharia Ambiental. Um dos motivos é que muitos trabalhos são feitos em grupo. Ou seja, é necessário interagir com os colegas para encontrar alternativas para eventuais problemas e apresentar bons resultados.

No ambiente de trabalho, a boa comunicação é essencial para construir uma trajetória profissional de sucesso. Não adianta ter muito conhecimento técnico, caso não haja capacidade de explicar o que deve ser feito para os clientes e os colegas de profissão. Procure sempre ser muito didático e paciente para mostrar as ações a serem realizadas.

Conhecimento

O domínio de novas tecnologias é mais um fator que deve ser levado em consideração pelos que pretendem atuar no segmento de Engenharia Florestal. Atualmente, softwares são utilizados para o monitoramento de projetos e o acompanhamento de ações ligadas ao reflorestamento e à conservação ambiental.

O conhecimento de softwares adotados pelo mercado é muito importante para o profissional se adaptar mais rapidamente à rotina de trabalho. Quando maior for a facilidade de utilizar as ferramentas, mais rápido será a compreensão dos dados e do que deve ser praticado para minimizar os erros na execução dos serviços.

Estar aberto à melhoria contínua é mais um elemento que deve fazer parte da postura do engenheiro ambiental. O mercado de trabalho exige que o profissional esteja atento às novas tendências. Por isso, a capacidade de se adaptar a cenários diferentes e a outros procedimentos torna-se indispensável para o sucesso na carreira.

Procure adquirir novos conhecimentos por meio de cursos de capacitação e conversando com os colegas de trabalho sobre as atividades desenvolvidas. O feedback de um gestor ou de um companheiro de projeto pode ser bastante enriquecedor e mostrar outros caminhos para apresentar um desempenho acima a média.

Por fim, mas não menos importante, desenvolver a curiosidade e o espírito investigativo é essencial para que o aluno — e futuro profissional. Priorize sempre se manter informado sobre as questões que podem impactar direta e indiretamente o seu campo de trabalho.

Em que áreas o engenheiro florestal pode atuar?

Um engenheiro florestal tem um importante papel na formação de uma sociedade mais sustentável e funcional e, com o crescimento da preocupação com as questões ambientais e a necessidade de projetos que atuem em prol dessa causa, o campo de trabalho desse profissional fica ainda mais amplo e repleto de possibilidades interessantes.

A seguir, vamos listar alguns dos principais ramos de atuação que o profissional tem à sua escolha. Confira:

Ecologia aplicada

Vamos começar a lista de possibilidades de trabalho no campo da Engenharia Florestal com uma área que tem como principal objetivo a gestão de parques ecológicos e reservas florestais.

Por meio de um estudo detalhado do ecossistema local, o profissional deverá desenvolver soluções sustentáveis para a recuperação de áreas degradadas, a preservação de recursos naturais e o equilíbrio ecológico desses espaços com o ambiente urbano de pequenas, médias e grandes cidades.

Fiscalização

Esse é o campo de atuação em que a Engenharia Florestal e o Direito se encontram. Para se sair bem nessa área, é preciso ter a legislação e outros documentos relacionados às normas ambientais sempre à mão!

Na prática, o profissional dessa área deverá supervisionar as empresas que utilizam produtos de origem florestal em suas operações, como usinas termelétricas e siderúrgicas. Além disso, deve verificar se todas as regras e políticas estabelecidas estão sendo seguidas de acordo com as orientações legais.

Manejo florestal

O desmatamento no Brasil é uma das principais preocupações ambientais da atualidade e vem causando danos cada vez maiores ao nosso país. Justamente por isso, o reflorestamento ganha ainda mais importância e exige a contratação de um profissional que saiba como realizar o manejo dessa atividade de forma correta.

Nesse campo de atuação, o engenheiro florestal realiza trabalhos de pesquisa que permitem monitorar as espécies arbóreas presentes no ecossistema, estudar os tipos de semente e solo, além de fazer um melhoramento genético da vegetação.

Assim, é possível reduzir o consumo predatório, evitar o desperdício de madeira, promover e supervisionar projetos de reflorestamento que sejam realmente eficientes para manter o meio ambiente em equilíbrio.

Tecnologia de produtos florestais

Ao longo dos anos, a madeira tem sido utilizada como matéria-prima em diversos setores da economia, como construção civil, mercado moveleiro e indústria — nas fábricas de papel e celulose.

Nesse cenário, o engenheiro florestal é muito relevante para garantir a utilização desses recursos com base em princípios sustentáveis e ecologicamente corretos.

Para isso, esse profissional deve pesquisar e desenvolver tecnologias voltadas à extração consciente, ao aproveitamento, beneficiamento e industrialização dos produtos madeireiros, além de outros itens advindos da floresta, como óleos essenciais e resinas.

Silvicultura

Esse é mais um segmento de trabalho que lida diretamente com os resultados do desmatamento e tem como foco a busca de soluções para equilibrar o uso de materiais advindos das florestas e a preservação dos ecossistemas.

Em seu dia a dia de trabalho, o engenheiro florestal participa do planejamento, do gerenciamento e da supervisão de ações de plantio, produção e posterior extração de espécies destinadas ao uso da indústria, promovendo a redução do impacto para a natureza.

O profissional da área também pode se dedicar ao reflorestamento ou trabalhar junto às secretarias municipais em projetos de arborização, plantio de mudas e conservação de espaços naturais nos centros urbanos.

Educação

O universo do ensino também oferece excelentes oportunidades para os bacharéis em Engenharia Florestal. É possível seguir carreira acadêmica e dar aulas em cursos técnicos, de extensão, graduação ou pós-graduação, ou mesmo atuar como coordenador ou diretor, orientando outros docentes.

Fora das salas de aula, existe ainda a possibilidade de promover atividades de educação ambiental e ecoturismo em instituições que trabalham pela conscientização e preservação da biodiversidade nos diversos ecossistemas.

Independentemente do segmento escolhido, você poderá atuar tanto na área privada quanto prestar concursos para ingressar em órgãos públicos. No entanto, é importante observar que, para atuar profissionalmente, é preciso ter um registro no Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia (CREA), além do diploma no curso superior.

Qual a situação do mercado de trabalho?

No tópico anterior, foram destacados muitos segmentos em que o engenheiro florestal pode contribuir com bons serviços para a sociedade. Uma outra atividade que pode ser exercida por esse profissional é a consultoria para a efetivação de projetos ligados ao desenvolvimento sustentável.

As organizações públicas e privadas precisam ter muito cuidado com as normas ambientais e evitar, ao máximo, ações que prejudiquem o meio ambiente e promovam o aquecimento global. A imagem corporativa pode ser seriamente abalada caso haja uma multa por erros em projetos ligados à questão ambiental.

Hoje, o engenheiro florestal pode também abrir uma empresa, cujo foco pode ser a pesquisa de novos produtos para aperfeiçoar os serviços das companhias que utilizam o meio ambiente. O empreendedorismo é um fator que contribui para conquistar uma posição de prestígio no mercado de trabalho.

De acordo com pesquisa da Catho, o salário médio dos graduados em Engenharia Florestal varia de R$ 2.055,77 a 10.076,71. A remuneração muda de acordo com a experiência, o cargo e o nível de qualificação profissional.

Como se destacar na profissão?

Agora que você já conhece mais sobre o curso de Engenharia Florestal e as diversas possibilidades de atuação que a profissão oferece, separamos algumas dicas valiosas que poderão ajudá-lo a sair na frente dos concorrentes e conquistar o sucesso na carreira. Vamos conferir juntos?

Invista em especialização

Hoje, o diploma de graduação não é a única garantia de destaque profissional. É preciso ir além e buscar formas de se aperfeiçoar em sua área de atuação. Nesse aspecto, ingressar em cursos de especialização e de pós-graduação é uma excelente forma não só de garantir um diferencial no currículo, mas de adquirir novos conhecimentos e, ainda, ampliar seu networking por meio do contato com os professores e colegas de sala.

A participação em eventos como congressos, feiras, palestras e workshops também é uma forma excelente de conferir as principais tendências do mercado e se manter constantemente atualizado. E como os conhecimentos em inglês e o uso das novas tecnologias são indispensáveis para os profissionais atualmente, vale a pena destacar a importância dos cursos de idiomas e informática para completar a sua formação!

Pratique o autoconhecimento

Ter um pleno conhecimento acerca dos seus pontos positivos e negativos é uma característica essencial aos profissionais de todas as áreas de atuação. Na Engenharia Florestal, não é diferente. Tente fazer o seguinte exercício: reflita por alguns minutos e tente colocar lado a lado, em um papel, as suas habilidades e as características que necessitam ser aprimoradas.

Essa experiência certamente permitirá que você tenha uma visão mais ampla sobre as suas potencialidades e consiga identificar aquelas que realmente poderão ajudá-lo a se destacar na carreira que você escolheu.

A análise da postura profissional e pessoal é uma iniciativa que você precisa fazer com frequência. Isso porque é uma forma de compreender como se comporta em diferentes circunstâncias, o que ajuda a ter mais tranquilidade para enfrentar novos desafios.

Adquira experiências profissionais

Busque, o quanto antes, oportunidades de estágio nos diferentes ramos da Engenharia Florestal. Além de abrir as portas para o mercado de trabalho, você terá a oportunidade de conhecer, na prática, o dia a dia da profissão e desenvolver desde os primeiros anos da faculdade as habilidades mais buscadas pelas empresas.

Outra vantagem é a oportunidade de conhecer cada uma das áreas da profissão e, futuramente, poder escolher uma especialização naquela que mais lhe agradar.

Participe de eventos relacionados à sua profissão

Sempre que possível, compareça a eventos relevantes para a sua área de atuação. As feiras, palestras, apresentações de projetos, congressos e workshops são excelentes oportunidades para conhecer as novidades do mercado e saber mais sobre as empresas que são líderes em seus segmentos.

Você também poderá conhecer de perto profissionais renomados que podem compartilhar suas experiências e dar dicas valiosas para o seu crescimento profissional!

Então, fique atento aos calendários de eventos, converse com os professores e com a coordenação do curso para ficar informado e prepare-se com antecedência para participar de capacitações que realmente contribuirão para seus objetivos pessoais e profissionais.

Prepare-se para o futuro

Quais serão as próximas tendências para o ramo da Engenharia Florestal? Como será o futuro da profissão? Refletir sobre questões como estas é mais uma ferramenta para que você se torne um profissional de destaque.

Conforme já comentamos em tópicos anteriores, um dos segredos para se tornar um engenheiro bem-sucedido é estar sempre atualizado. Isso significa estar por dentro das notícias do país e do mundo e, consequentemente, das previsões dos especialistas em economia e mercado de trabalho.

Dessa forma, você conseguirá se antecipar às mudanças e estar bem preparado para aquilo que o mercado reserva, saindo na frente da concorrência e tornando-se um profissional promissor na avaliação do mundo corporativo.

Qual é a importância do engenheiro florestal na preservação ambiental?

Desde a criação do Código Florestal, em 1934, foram estabelecidas leis que visam à proteção das florestas e demais tipos de vegetação existentes no Brasil. Ao longo dos anos, o documento veio passando por mudanças e atualizações com base nas discussões sobre as normas de proteção e preservação ambiental e restrições de uso dos espaços rurais.

Nesse contexto, a figura do engenheiro ambiental ganha ainda mais importância no que diz respeito à criação e aplicação de regulamentações que equilibrem, de forma ética e eficiente, a utilização das terras e seus recursos sem perder de vista o cuidado com o meio ambiente.

Uma formação superior de qualidade, voltada às necessidades do mercado atual, poderá ajudá-lo a superar as expectativas e se tornar um engenheiro florestal completo para executar com excelência o seu papel na preservação da fauna e da flora de sua região.

Por isso, antes de ingressar na graduação, procure uma instituição de ensino que atenda aos seus objetivos, com um corpo docente qualificado e uma infraestrutura que contribua para a sua formação de forma plena e garanta um diploma reconhecido pelo mercado, ampliando as suas oportunidades profissionais no futuro.

Agora que já está bem informado sobre a profissão de engenheiro florestal, você tem mais condições de compreender as tendências dessa carreira e escolher uma boa faculdade para estudar.

Se você gostou deste post ou tem alguma dúvida sobre a Engenharia Florestal, deixe o seu comentário e interaja com a gente!

 

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